Três suspeitos são presos com drogas durante ação da Polícia Militar no bairro Colinas, em Sorriso
Operação Mamom avança e Polícia Civil mira patrimônio milionário de grupo ligado ao tráfico em Cuiabá
Segunda fase da operação cumpre mandados de busca, impõe monitoramento eletrônico a investigados e sequestra imóveis e veículos avaliados em mais de R$ 2 milhões.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quarta-feira a segunda fase da Operação Mamom, dando continuidade às investigações contra um grupo criminoso suspeito de atuar com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e associação para o tráfico. As ações ocorrem em Cuiabá e incluem o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, além de três medidas cautelares diversas da prisão, como o uso de tornozeleira eletrônica.
Durante a operação, também foi determinado pela Justiça o sequestro de bens móveis e imóveis pertencentes aos investigados. Entre os patrimônios bloqueados estão duas residências avaliadas em cerca de R$ 900 mil, um terreno estimado em R$ 200 mil e dois apartamentos que juntos somam aproximadamente R$ 500 mil. Além disso, quatro veículos e um semirreboque também foram sequestrados, totalizando cerca de R$ 700 mil em bens móveis.
As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e apontam que o grupo criminoso movimentava valores milionários por meio de contas bancárias, mantendo ainda vínculos financeiros com traficantes da região Nordeste do país. Entre os investigados estão mãe e filho, ambos com antecedentes criminais relacionados ao tráfico de drogas.
A primeira fase da Operação Mamom foi realizada em 24 de junho do ano passado, quando foram cumpridas 14 ordens judiciais, incluindo buscas, bloqueio de contas bancárias e apreensão de veículos ligados aos suspeitos.
De acordo com o delegado da Denarc, André Rigonato, o avanço das apurações já permitiu rastrear e bloquear mais de R$ 13 milhões vinculados ao grupo criminoso. Segundo ele, o foco desta nova etapa é enfraquecer financeiramente a organização.
“Esta fase busca aprofundar as investigações, reunir novas provas e promover a descapitalização da organização criminosa, atingindo diretamente o patrimônio obtido com atividades ilícitas”, destacou o delegado.
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